Tratamentos · Fortaleza, CE
A melhor via não é a mais moderna. É a certa para o seu caso.
Robótica, laparoscópica, endoscópica ou aberta: cada via tem indicação própria, e a escolha considera a doença, o estágio, cirurgias anteriores e suas condições clínicas. Entender o que diferencia uma da outra ajuda a participar da decisão em vez de só recebê-la.

Quatro caminhos diferentes
AS VIAS DE ACESSO
Endoscópica
Sem incisãoO acesso é pelas vias naturais, entrando pela uretra. É a via de procedimentos como o tratamento a laser da próstata e boa parte do tratamento de cálculo urinário. Não deixa cicatriz externa.
Robótica
Pequenas incisõesO cirurgião opera de um console, com visão tridimensional ampliada e instrumentos que articulam como um punho. O sistema filtra o tremor natural das mãos, o que importa em espaços estreitos como a pelve.
Laparoscópica
Pequenas incisõesTambém minimamente invasiva, com câmera e pinças através de pequenos orifícios. Os instrumentos são rígidos e a visão é bidimensional, o que a diferencia da robótica.
Aberta
Incisão maiorContinua sendo a melhor escolha em situações específicas, como cirurgias de grande porte, casos com muita aderência por cirurgias anteriores e algumas urgências. Não é técnica ultrapassada: é indicação diferente.
Seis fatores, não um
COMO A VIA É ESCOLHIDA
O que precisa ser feito
A doença e o órgão envolvido restringem as opções. Alguns procedimentos só existem por uma via; outros admitem mais de uma, e aí entram os demais fatores.
Estágio e extensão da doença
Em doença oncológica, a prioridade é o resultado oncológico. Uma via minimamente invasiva só é escolhida quando não compromete esse objetivo.
Cirurgias abdominais anteriores
Aderências de cirurgias prévias dificultam o acesso minimamente invasivo e, em alguns casos, tornam a via aberta mais segura.
Condições clínicas do paciente
Função cardíaca e respiratória influenciam a tolerância ao tempo cirúrgico e à posição exigida por algumas técnicas. É avaliação que antecede a decisão.
Anatomia individual
Tamanho do órgão, obesidade e particularidades anatômicas pesam na escolha e às vezes mudam o plano durante a própria cirurgia.
Disponibilidade e experiência
A melhor técnica é a que o cirurgião domina e que a estrutura permite executar com segurança. Tecnologia sem experiência não melhora resultado.
Quando a via minimamente invasiva é indicada
O QUE SE ESPERA DELA
- Incisões menores, o que costuma significar menos dor no pós-operatório
- Menor sangramento intraoperatório na maioria dos procedimentos
- Internação mais curta, em geral
- Retorno mais rápido às atividades leves
- Menor risco de complicações de ferida operatória
- Cicatrizes menores, que é benefício estético, não clínico
Esses benefícios são tendências observadas, não garantias individuais. O tempo real de recuperação depende do procedimento, do estágio da doença e das suas condições clínicas.
Cirurgia em Fortaleza
TECNOLOGIA SEM EXPERIÊNCIA NÃO MELHORA RESULTADO
O equipamento é uma parte da equação. A outra é quem opera, quantas vezes já fez aquele procedimento e o quanto conhece as alternativas para mudar de plano quando necessário.
Dr. Érico Diógenes é doutor em Urologia pela USP, com fellowship em uro-oncologia pelo Hospital Sírio-Libanês, formação em cirurgia robótica pelo Hospital Albert Einstein e especialização internacional na França. Atende no Pátio Dom Luís, na Aldeota.

DÚVIDAS FREQUENTES SOBRE CIRURGIA UROLÓGICA
Cirurgia robótica é sempre melhor?
Qual a diferença entre robótica e laparoscopia?
Cirurgia sem corte existe mesmo?
O convênio cobre cirurgia robótica?
Onde as cirurgias são realizadas?
A via pode mudar durante a cirurgia?
Onde nos encontrar
Pátio Dom Luís
Av. Dom Luís, 1200, Sl 705, Torre 2
Aldeota, Fortaleza, CE
Segunda a Sexta: 8h às 18h
(85) 98178-1020
Pronutrir Oncologia
R. Atilano de Moura, 530
Guararapes, Fortaleza, CE
Segunda a Sexta: a partir das 7h30
(85) 3262-0183
Uno Medical & Office
Av. Pontes Vieira, 2340, 3º Andar
Dionísio Torres, Fortaleza, CE
Segunda a Sábado: 8h às 18h
(85) 3034-8686